terça-feira, 26 de maio de 2015

Teatro

                                                                  Joyce Soares Cordeiro Nº 19



Teatro Nô 


 Teatro Kabuki
                                                                         
      Na Ásia,provavelmente em muitos outros locais, o teatro teve origem nas danças, rituais e se desenvolveu através do Teatro de Sombras e de Bonecos. O teatro oriental,se desenvolveu na Ásia onde tem origem de cerimônias religiosas, que passou a se expandido desde o ano 2000 a.C que foi estendido durante seis séculos. Esse foi o modo de se manifestar, o teatro conta com espetáculos ao ar livre,onde muitas vezes são realizadas nas portas dos templos ou ao ar livre.Existem duas formas de protestos que variam a Nô um teatro elegante e a kabuki um teatro mais popular. Nô, o teatro clássico japonês,onde seu estilo é , uma síntese de dança,música e teatro com uma estreita relação com o budismo zen. Outros gêneros dramáticos são o bugaku, um aprimorado teatro dançado e um teatro de bonecos ou marionetes chamado bunraku.

      O teatro e uma arte dramática, de gênero literário, em prosa ou em verso, as vezes em forma de diálogo,o teatro se entende como drama, uma história que narra os relatos vitais de uma série de personagens.

      O teatro oriental tem algumas características em comuns, que o diferência do teatro pós-renascentista ocidental, em que se misturam literatura, dança, música e espetáculo. O teatro oriental, com outros aspectos da cultura oriental, só viria a ser conhecido no Ocidente nos fins do século XIX.

      O teatro indiano, em sânscrito (língua antiga que foi utilizada na Índia), nasceu nos séculos IV e V. Onde baseava-se em histórias tiradas do hindu, como o Mahabarata e o Ramayana.As marionetes e o teatro dançado,principalmente o kathakali, que também foram bastante apreciados em vários momentos da história da Índia.

      O teatro chinês começou a se ampliar em meados do século IV. O teatro era muito literário e tinham ajustes bastante rígidas. A partir do século XIX, passou a ser dominado pela Ópera de Pequim. Nela se dá importância principal à interpretação, ao canto, à dança e às acrobacias, mais que ao texto literário. Sob o governo comunista o contexto se modificou, mas o estilo e representação foi mantido.


Acesso em 22 de maio de 2015

<www.tropicalia.com.br/leituras-complementares/teatro-anos-70>
<www.coladaweb.com/artes/teatro-oriental>
<http://rutiiixita.tripod.com/ondadoteatro/id3.html>
<http://www.artyfantasia.com/teatro.html>

Literatura

                                                                                     Por Guilherme Henrique Nº 37


      A cultura e o conhecimento devem ser adquiridos, sendo assim compartilhada muitas das vezes através de livros.Uma arte existente mundialmente, todavia a literatura asiática é pouco conhecida pelo Ocidente, mesmo que o interesse e estudo por essa arte tenha aumentado, não foi suficiente para que a literatura asiática ganhasse espaço, deixando um grande vácuo.

      A literatura asiática ficou fortemente representada pelo Japão e seus principais autores.A literatura japonesa cobre um período de quase dois milênios. Teve uma forte influencia chinesa que permaneceu ate o período Edo.
      
      Podemos citar os seguintes autores japoneses: Yukio Mishima- Foi um novelista e dramaturgo japonês mundialmente conhecido por romances como O Templo do Pavilhão Dourado e Cores Proibidas . Escreveu mais de 40 novelas, poemas, ensaios e peças modernas de teatro Kabuki e Nô. Yasunari Kawabata- Foi um escritor japonês, o primeiro de seu país a ser galardoado com o Prêmio Nobel de Literatura, em 1968.

      Kenzaburo Oe- Um dos romancistas mais populares do Japão, sua obra compreende inúmeros contos, escritos políticos e um famoso ensaio sobre Hiroshima. Em 1967 recebeu o prêmio Tanizaki e, em 1994, o Prêmio Nobel de Literatura.

      As obras são baseadas na cultura e costumes ali existentes, descreve o cotidiano e os aspectos físicos asiáticos.


Acesso em 17 de Maio de 2015

<http://www.asiacomentada.com.br/?s=literatura;http://www.companhiadasletras.com.br/autor.php?codigo=01834; http://pt.wikipedia.org/wiki/Yukio_Mishima; http://pt.wikipedia.org/wiki/Yasunari_Kawabata>

Televisão

                                                                                    Por Samara Oliveira Nº 31 


A maior emissora do continente asiático


      Na década de 70 começa a se desenvolver novas tecnologias para as televisões no continente asiático. Iniciam os primeiros testes do satélite de transmissão de tv genuinamente japonês.  A NHK está entre os maiores estúdios de televisão da Ásia e é apoiada por doações vindo de espectadores sem vínculos governarias.  As televisões ainda eram artigos de luxo na época, apesar dos preços terem abaixado mas a população ainda via como meio de luxo.

      A NHK possuía 5 canais nacionais , sendo dois canais de tv com alta definição  e 3 estações de radio sendo que era utilizada também  como meio educacional. A televisão na década de 70 ouve uma fase de aprimoramento no sentido de cor e de resolução. No Japãoa NHK ganha espaço , trazendo documentários para jardinagem, noticias, kabuti, sumo, esportes e importações americanas . As televisões asiáticas sofriam intervenções americanas, onde tinham espaço para alguns comerciais. o  sistema NHK não possui anúncios publicitários da região . A NHK WORLD visava apresentar informações sobre a Ásia para o mundo todo.

      A televisão japonesa é uma indústria enorme que se tornou essencial para o sucesso da cultura pop.A televisão  como era de difícil aceso ,  não eram tão utilizada por todos os habitantes da Ásia  ganhando espaço o jornal, uma realidade bem diferente atualmente. A década de 70 foi um ano de mudanças, testes e de aprimoramento nas televisões.

Acesso em 18 de maio de 2015 

<http://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&frm=1&source=web&cd=1&ved=0CB4QFjAA&url=http%3A%2F%2Fwww.tecmundo.com.br%2Fprojetor%2F2397-historia-da-televisao.htm&ei=1LxaVZDxNq7IsQTHgYHADg&usg=AFQjCNG57gg0xQ52XL99wbCArbcVeH9D1w&sig2=N0h3LKVlpTiNpga9GNX7mQ>

Cinema

                                                                                          Por Amanda Luiza Nº 04



Filme famoso na Ásia em 1970: "O mestre da Guilhotina Voadora" atuado pelo grande astro Jimmy Wang Yu.

      Em décadas diferente, películas vindas de Hong-Kong, Japão e mais recentemente, Coreia do Sul, Taiwan e Filipinas, são alguns dos países que contribuíram para este desenvolvimento que trata o cinema de uma forma diferente, apelativa e até excitante e que tem chamado a atenção de todo o mundo e em particular do cinema americano que encontrou nos remakes dos filmes asiáticos um novo filão de receitas e uma forma de contornar a gritante falte de originalidade atual.

      O primeiro país, impulsionador do cinema, no continente asiático, foi a China. Aliás neste país o cinema tem cerca de um século. No entanto, e apesar das eras douradas dos anos 30, finais dos anos 40, ou mais recentemente, os anos 80 e meados dos anos 90, a grande repressão vivida e a não permissão por parte do governo da passagem de alguns filmes devido aos conteúdos abordados não serem aceitáveis por conta da censura, a China foi ultrapassada por outras cinematografias asiáticas. Apesar de tudo, alguns cineastas conseguiram chamar a atenção do mundo em geral através do seu trabalho criativo. 


Bruce Lee em 1970.

      Assim, na década de 70, o aparecimento de Bruce Lee e mais tarde de Jackie Chan, tornaram o cinema de Hong-Kong muito lucrativo e internacionalmente conhecido. Este fato, tornou possível o aparecimento de novos cineastas de Hong-Kong, dos quais obviamente se destacam na década de 80, John Woo e Tsui Hark, criadores de filmes de ação inovadores e que mais tarde acabaram por ir parar a Hollywood.

Acesso em 22 de maio de 2015

<http://chuvadenanquim.com.br/2013/08/01/otakismo-dez-filmes-japoneses-que-voce-precisa-conhecer/>
<http://www.audiopt.net/t533-cinema-asiatico> 

                                   África 

Arquitetura

                                                                        
                                                                                    Por Rickson Thiago Nº 29

      A seguir, será informada a arte modernista na arquitetura da África nos anos 1970. As relações dessa arte no continente e quais foram as principais influências que essa área da arte teve.

      Como já se sabe, a África foi um país que foi colonizado pelas potências europeias no período do neocolonialismo. Isso levou esses países europeus a manifestarem suas culturas nos países africanos, não só na língua, mas também em outras áreas, como a arquitetura.

      Lembrando que o modernismo iniciou nas primeiras décadas do século XX, nessa época muitos países africanos eram colônias de países europeus. Considerando o período de nosso interesse aqui, década de 1970, a maioria dos países africanos já eram independentes, mas a cultura europeia continuava exercendo e exerce até hoje sua influência sobre os países. Com isso, observamos a alta semelhança, principalmente dos prédios, com os do mundo ocidental, europeu.

      A África é um continente de muitos contrastes, há áreas com um alto grau de desenvolvimento urbanístico em que se nota a forte presença do modernismo, com prédios geométricos, muitos vidros e formas peculiares, como em Joanesburgo. Por outro lado, existem também áreas suburbanas, a exemplo temos a “township”, uma favela bastante conhecida e simbólica ao movimento racista do apartheid, também na África do Sul.

      Além disso, por abranger várias culturas e povos com várias tribos e costumes, há forte presença de prédios antigos, como nossos principais exemplos, as pirâmides do Egito. A maioria dos países também preservam suas arquiteturas mais tradicionais incluindo-as também nos anos 70.

      Mas, vale ressaltar que a África foi um local de intensa exploração europeia e isso deixou marcas no seu desenvolvimento, marcas essas que refletem diretamente a questão financeira e social dos países africanos, influenciando, portanto, esse contraste exacerbado.

Vejamos algumas fotos que mostram a diferença urbanística da África:

                         

                                      Prédio esculpido em “buraco” na Etiópia

                          
                                                     Ghadames na Líbia

                         
                                        Joanesburgo capital da África do sul

                           
                                                  Windhoek capital da Namíbia

                           
                                                      Abuja, capital da Nogéria

      Com isso, concluímos que a África é um continente bastante diversificado na arte de arquitetura, desde milhares de anos, passando pelos anos 1970, de nosso interesse, até os dias atuais, por ser extenso territorialmente abrangendo várias culturas nativas e também por influências europeias, principalmente.

Acesso em 22 de maio de 2015
<http://www.archdaily.com.br/br/762514/arquitetura-da-independencia-o-modernismo-africano>
<http://www.inovinter.pt/formandos/vivernacidade/tema2.html>
<http://trabalhoarquiteturaafricana.blogspot.com.br/>
<http://www.girafamania.com.br/africano/materia_asul.htm>

Escultura

                                                                                                    Por Victória Maia Nº 34


      Artistas da República Democrática na África Central pintam cenas da vida cotidiana que são cheias de cores. E na pintura se misturam a mensagens escritas que são usadas para criticar o poder, ironizar a realidade social e também chamar atenção sobre os problemas dos povos do continente africano. Essa arte é apresentada pelos pintores Cheri Samba, CheriCherin e Jean Nsimba Mika.


      Alguns temas são as Prostitutas nas ruas de Kinshasa, desenhos e textos, como nas revistas em quadrinhos, que fazem referências aos conflitos armados e à AIDS ou, ainda, animais selvagens que adotam a personalidade de seres humanos. Cheri Samba começou a colocar eincorporar textos às suas imagens no final dos anos 70 do século XX. A princípio foi uma técnica de fazer com que o público, as pessoas parassem para ler a mensagem e prestasse um pouco mais de atenção nos quadros. Agora se transformou em um código de identidade dos pintores congoleses que o usam para registrar um toque de crítica ou ironia.

      Depois de retiradas da terra, as figuras são restauradas por arqueólogos. Além das esculturas, os pesquisadores se interessam por objetos do cotidiano, como vasos de argila, utensílios de pedras e jóias. Eles esperam que esses vestígios arqueológicos revelem um panorama da cultura pré-histórica dessa região da Nigéria.


                                  


      As estátuas Nok (O nome dessas peças vem da região onde elas foram encontradas, a vila Nok) estão entre as descobertas arqueológicas mais importantes da África subsaariana. As peças de terracota com mais de dois mil anos são os primeiros testemunhos da escultura no continente.

Acesso em 22 de maio de 2015
<http:/www.educacaofisica.seed.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=331 >